segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Memoriais

Memorial dos judeus na Alemanha



O Parlamento alemão aprovou em 25 de junho de 1999 a construção em Berlim do Memorial para os Judeus Assassinados da Europa. A iniciativa do projeto partiu de um círculo de interessados em torno da jornalista Lea Rosh, em 1988.
O Memorial aos judeus mortos durante o Holocausto da Segunda Guerra ocupa o centro das atenções de uma Alemanha que, oficialmente, procura retratar-se. Contudo, a intermediação da mídia e representação estética se mostram como objetivos primordiais.
Foram 17 anos de críticas, debates, escândalos e concessões ao que o Mainstream político permitiu.


O resultado é um lugar construído, quase um não-lugar, uma lembrança dedicada aos judeus assassinados e não um registro das barbaridades em si. Em 90 mil metros quadrados, 2711 colunas. A cor, o cinza escuro. A referência automática, um cemitério, mesmo que esta associação seja revidada por Eisenman.

Memorial Shoah em Paris


Em 1956 foi inaugurado um espaço em memória às vítimas da Shoah, o Memorial do Mártir Judeu Desconhecido, concebido pelo CDJC seis anos antes e construído em um terreno doado pela prefeitura de Paris. Foi ali que o CDJC se instalou, gerando um espaço duplo de pesquisa e memória com a iniciativa prioritária de sensibilizar crianças e jovens para a história do extermínio dos judeus na Europa. Em 1997, ocorreu a fusão das duas instituições no Memorial da Shoah.
O Memorial da Shoah se situa num local simbólico, o bairro de Marais, onde a comunidade judaica parisiense vive há nove séculos através do comércio e o artesanato.

Fotos e informações:

http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,1579724,00.html

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